Ufologia na Prática
Minha história · 30 de junho de 2013 · São Tomé das Letras, MG

A foto que abriu a porta

Eu não procurava nada no céu. Procurava outra forma de viver. Esta é a experiência que deu origem à Ufologia na Prática.

Relato a minha experiência, contada por mim

Em 2013, eu não tinha uma busca espiritual nem uma visão de propósito bem definida. Vivia para o trabalho e para as coisas materiais. Até que tive um burnout forte, com crises de pânico. Foi aí que me abri a novas experiências, sem saber direito o que esperar.

Uns amigos me levaram a um retiro. Nas meditações, vivi coisas que me marcaram: um relaxamento profundo, uma sensação de conexão muito forte, luzinhas piscando de olhos fechados. Experiências que mexem com a gente de verdade. Comecei a meditar com frequência para continuar sentindo aquilo.

O retiro era do professor Laércio Fonseca. Só no segundo retiro descobri que o tema central dele era a ufologia esotérica.

Foi nesse segundo retiro, no sítio em São Tomé das Letras, que aconteceu. Eu vinha meditando muito havia um mês. Numa das meditações, de olhos fechados, vi o rosto de um ET cinza, um Grey. Ele brincou comigo e sorriu muito. Foi divertido, e me deixou um impacto emocional muito bom.

Depois, já de noite, eu estava com os amigos tirando fotos no chão de pedra do sítio. Uma menina comentou que, em lugares assim, às vezes aparecem orbes de luz nas fotos noturnas. Tiramos várias.

Numa delas, eu vi o rosto que tinha visto na meditação pouco antes.

Aquilo ficou muito marcado em mim e me abriu para o estudo da ufologia esotérica.

Por que eu conto isso

O que mudou o meu jeito de ver a vida foi um momento de conexão. Eu estava buscando um acontecimento que me mostrasse outra forma de enxergar as coisas, e ele veio.

A Ufologia na Prática nasceu para abrir essa porta: a possibilidade de cada pessoa viver a própria experiência, seja um avistamento, uma sensação de conexão ou uma foto que intriga. Sem determinar o que vai acontecer e sem dizer no que acreditar. A ufologia esotérica, onde eu conheci o tema, é uma das leituras possíveis. Aqui ela fica lado a lado com as outras.

A foto

Do jeito que saiu da câmera, e passo a passo.

Nada foi pintado nem apagado. Cada passo só muda brilho, contraste ou nitidez, e as marcações foram desenhadas por cima. Olhe com seus próprios olhos.

Foto noturna quase toda escura; o flash iluminou só o chão de pedra perto da câmera
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A foto originalRegistro

Sem nenhum tratamento. Quase tudo é escuro: o flash só iluminou o chão de pedra perto de nós.

iPhone 5 · 30/06/2013 · 00h01 · flash · 1/16 s · ISO 800

A mesma foto com contraste: chão claro embaixo, faixa clara do muro e o escuro do declive e das árvores ao fundo
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Com contraste

Aparecem o chão de pedra clara, a faixa do muro e, ao fundo, o escuro do declive e das árvores do jardim. O realce também aumenta o grão colorido, comum em foto noturna.

A foto com contraste e um contorno vermelho desenhado à mão sobre a região à direita, logo acima do muro
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Onde eu vejo o rosto

A região que eu marquei, logo acima do muro, contra o escuro do declive.

Recorte ampliado da região, em cor, com muito grãoAmpliada
O mesmo recorte só com a luminosidade, suavizado: aparece uma forma clara arredondadaSó a luz, suavizada
O mesmo recorte com um contorno tracejado desenhado em volta da forma claraForma contornada
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A região tratada

Ampliada em cor, depois só a luminosidade com suavização, e por fim a forma clara contornada por cima. A forma arredondada aparece em vários tratamentos diferentes. Os detalhes menores ficam no tamanho do grão da foto, por isso cada tratamento mostra um pouco diferente.

Ilustração: rosto de ET cinza sorrindo, sutil, sobre a textura granulada da foto Ilustração em tons de cinza: rosto de ET sorrindo acima da faixa clara do chão
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Como eu vejo o rostoIlustração

Feitas com inteligência artificial a partir do recorte da foto, com a minha história contada no pedido. Mostram o que eu enxergo ali. Não são registro e não substituem a foto original.

Leituras

E você, o que vê?

LeituraPsicológica

Na psicologia, pareidolia é a tendência de enxergar rostos e formas conhecidas em padrões aleatórios, como nuvens, manchas ou o grão de uma foto escura.

RelatoA minha

Para mim, o que conta é a sequência: a meditação, o rosto sorrindo, a emoção boa e, logo depois, a foto. Eu não peço que você veja o que eu vi. Peço que se abra à possibilidade de viver a sua própria experiência.

Você também viveu algo assim?

Uma luz, um sonho, uma meditação, uma foto. Conte do seu jeito. Você escolhe se o relato pode ser publicado e se vai com o seu nome.

Contar o que eu vivi