Em 2013, eu não tinha uma busca espiritual nem uma visão de propósito bem definida. Vivia para o trabalho e para as coisas materiais. Até que tive um burnout forte, com crises de pânico. Foi aí que me abri a novas experiências, sem saber direito o que esperar.
Uns amigos me levaram a um retiro. Nas meditações, vivi coisas que me marcaram: um relaxamento profundo, uma sensação de conexão muito forte, luzinhas piscando de olhos fechados. Experiências que mexem com a gente de verdade. Comecei a meditar com frequência para continuar sentindo aquilo.
O retiro era do professor Laércio Fonseca. Só no segundo retiro descobri que o tema central dele era a ufologia esotérica.
Foi nesse segundo retiro, no sítio em São Tomé das Letras, que aconteceu. Eu vinha meditando muito havia um mês. Numa das meditações, de olhos fechados, vi o rosto de um ET cinza, um Grey. Ele brincou comigo e sorriu muito. Foi divertido, e me deixou um impacto emocional muito bom.
Depois, já de noite, eu estava com os amigos tirando fotos no chão de pedra do sítio. Uma menina comentou que, em lugares assim, às vezes aparecem orbes de luz nas fotos noturnas. Tiramos várias.
Numa delas, eu vi o rosto que tinha visto na meditação pouco antes.
Aquilo ficou muito marcado em mim e me abriu para o estudo da ufologia esotérica.
Por que eu conto isso
O que mudou o meu jeito de ver a vida foi um momento de conexão. Eu estava buscando um acontecimento que me mostrasse outra forma de enxergar as coisas, e ele veio.
A Ufologia na Prática nasceu para abrir essa porta: a possibilidade de cada pessoa viver a própria experiência, seja um avistamento, uma sensação de conexão ou uma foto que intriga. Sem determinar o que vai acontecer e sem dizer no que acreditar. A ufologia esotérica, onde eu conheci o tema, é uma das leituras possíveis. Aqui ela fica lado a lado com as outras.


